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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Ricardo Antoniele Afeu: Imagens Vendavais

Convidados de Cristo para o noivado

Sempre imaginei como seria esse dia,
Sempre imagino nos meus dias,
Nesses dias
De tristezas, fragilidades e a demais cousas. 
Imagino essa hora,
No reino, no céu
segurando a mão de minha mãe
e olhando para ela e chorando. 
Feliz por todo o sofrimento que se passou ter acabado, 
e da minha grande felicidade e gozo!
Não é a mim no céu!
É de minha mãe lá!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Ricardo Antoniele Afeu: Entre o medo.

Olho profundamente aos olhos seus,
Mas entre momentos que debando 
Desordenamente de outros olhares,
As vezes de todos.
Como estivesse escapando pelos corredores
Dos medos que me estreitam,
Como o relógio que o tempo encurtasse,
Dos pensamentos acelerados
Que enfartam-me por ansiedades
Do desejo de ser liberto.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Pensamentos Iguais aos meus.

                                 Fernando Pessoa 
                                      Alberto Caeiro


                     Meus pensamentos são vendavais de sensações
                                    Emoções que descrevo sem saber o porquê
                                    Apenas penso que vejo e o que escuto
                                    Apenas penso sem pensar
                                    A deriva penso a derivar
                                    Meus pensamentos delira
                                    Delira sem água numa praia.
                                               

domingo, 12 de dezembro de 2010

Ricardo Antoniele Afeu: Tempos de crises.

Pela trilha ficou meu sangue 
Que do coração o mau me perfurou.
Pela trilha o rastro do meu amor ficou
para outros saberem o peso que caiu.
que em pequenas gotas se estendia a dor
mas até assim pisaram sobre meu amor.

Ricardo Antoniele Afeu: Tempos de crises.

Meu coração bobeou e abaixou o escudo
Neste momento inocentemente a espada apunhalou-me
Meu coração derramou meu sangue pela trilha
Mas a segurei a ferida 
Para que o todo amor não acabasse

Mas enfim eu a segurei e não a suportei
A vontade de desistir me inflamava.

Meu coração cicatrizou
Mas tal espada era feita de veneno
E dai deixou em meu presente 
O que do meu passado lembrarei constantemente.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Ricardo Antoniele Afeu: Tempos de crises.

Então aprendi o amor
Aprendi o que é ser amado
Entendi o que é ser especial

Quando amamos é dai que somos perseguidos

Hoje sou perseguido
e meu coração doí e chóro dor.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Ricardo Antoniele Afonso: Póstumas de hoje.

Minha mente é uma tribulação
Onde os sentimentos são os passageiros
Carregam malas pesadas
Como dores, tristezas
Outros carregam alegrias e felicidades
E muito deles são momentâneas.

Mas acostumou-se em meu coração
E vive desde ontem essa tribulação,
Elas viajam mais voltam nessa estação
E deixam as malas mais pesadas
Dos dias que se passaram
De sentenças que virão.

Minha sentença hoje é a falta do perdão.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Ricardo Anotoniele Afeu: Vontade que ninguém quer.

"É mais gostoso experimentar o que ninguém fez,
 ou o que ninguém se aventura a fazer
 Dai somos privilegiados por nossas coragens."

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ricardo Anotoniele Afeu: Infinita Highway

Como a flecha que corta o som 
Sobre o ar rasgarei
E nas estrelas voarei
Pois pelo brilho do amanhã
Os pássaros cantará
E na Infinita Highway
La eu estarei
Nesse dia aqui não estarei,
Talvez nem mais estaje.

Meu Anjo não se preocupe, 
Pois seu amor aqui tenho,
Sentirá quando acontecer o abraço
Mais amado que já pude dar.

Ricardo Antoniele Afeu: Postumas do crescimento.


Cresci sem emitir amor,
Cresci evitando a dor,
Cresci assim,
Sem ninguém por mim,
Somente Deus, meu companheiro,
Sabe pelo que se passou,
Me mandou anjos,
Mas certo Anjo que me ensinou,
O sentido de ser especial,
Para que eu sentisse o que é amar,
Então sofri e fui perseguido,
Então entendi que o amor é perseguido,
Por isso que Cristo sofreu.

(Ricardo Antoniele Afeu)

The Beatles: That Boy

This Boy                   

That boy took my love away.                          
He'll regret it someday,
But this boy wants you back again.

That boy isn't good for you.
Though he may want you too,
This boy wants you back again.

Oh, and this boy
Would be happy
Just to love you,
But oh, my, that boy
Won't be happy
'Til he's seen you cry.

This boy wouldn't mind the pain;
Would always feel the same
If this boy gets you back again.

This boy.
This boy.
This boy.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Ricardo Antoniele Afeu: Tempos de crise.

Perdi todo brilho de parte de minha vidinha, mas cada segundo estou de plantão para me envolver com tudo, então dai ilustro meu livro.
Sempre curioso para saber como é ter o que as maiorias das pessoas de minha idade tem, como um pai e uma mãe. É dificil o nível da calamidade, pai morto e mãe com depressão e minha pressão aumenta, pois perdi o amor em uma das gavetas dessas situações, pois como é dificil pode abraçar uma mãe nessas situações, acho que não perdi o amor estou com ela na gaveta e perdi essa liberdade.


Nada mais passará de hoje, pois o que acontece já aconteceu. Assim, tudo se ajeitará com a história de cada segundo, de cada década um novo milénio já se passou.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Camilo Afonso: Tempos de nós dois.

Eu te amo muito,
Nos momentos em que nossos corações se tocam,
Nos momentos em que nos abraçamos,
meu coração expande intensamente
Inflama com mui amor
pelo amor seu.


                                                         (Camilo Afonso)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Ricardo Antoniele Afeu: Vendavais

Caiu de um penhasco e ali estava tranquilo, pois nada poderia ser pior. Oh! Sim, nada mais poderia ser pior do que ter certeza de que tudo poderia acontecer. Enquanto aos segundos que caía como um projetil, o inicio ficava entre a maior altura da qual a deixou, assim como o amor que tinha não mais contia, assim como o amor que nunca teve e sempre desejou sentir não mais contia, a aproximidade física, o carinho e a ternura que nele tinha não mais contia, assim como o branco do mundo e a filosofia que tinha nada mais contia, e dali como o fim de seu ponto de partida parou.
Dali estava e dali caíste como uma folha do maior topo da maior arvore, caiu leves, caiu vazios, caiu por várias razões, mas nem as razões conseguiria explicar tal fenomeno, caiu por emoção, mas nem a emoção é tal forte quanto havia naquele rapaz.
De seu momento sua mente era um vendaval, pois as gotas venenosas caíam no coração, chuvas acídas imundava seu coração em um mar de enxofre, que ali se formava e ali morria.