O sol brilha,
A lua brilha,
As estrelas brilham.
O céu escurece,
E a lua brilha
O céu esclarece
E o sol brilha.
O sol clareia o céu.
Gira o sol,
Gira a lua,
E giram as estrelas,
Gira o céu
De noite e dia,
Todavia.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Rircado Antoniele Afeu: Fecho os Olhos para Iludir
Queria os olhos meus iludir,
Abri-los em planos campos,
Em tempos de Outono.
Onde as folhas brilham
A medalha dourada
Serena da batalha.
Queria os olhos não abri-los.
E por fim,
Fechados estão os olhos
E a ilusão sobre o coração.
Abri-los em planos campos,
Em tempos de Outono.
Onde as folhas brilham
A medalha dourada
Serena da batalha.
Queria os olhos não abri-los.
E por fim,
Fechados estão os olhos
E a ilusão sobre o coração.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Mateus Dias: Deixar os Desejos
Se eu tivesse a opção de não ter coração,
De não ter alma,
Teria a opção de não viver.
Se eu tivesse uma opção,
Eu já não desejaria mais
Desejar.
De não ter alma,
Teria a opção de não viver.
Se eu tivesse uma opção,
Eu já não desejaria mais
Desejar.
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Mateus Ebrando: Tudo vai...
"Minha loucura não intimida o amor que sinto por você."
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Carlos Lucio
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18:48
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Mateus Dias: Entrei em mim e vejo uma saída sem labirinto.
Ando em meus pensamentos com quem ando todos os dias,
Ando em procuras de saber o que procuro em meus pensamentos,
Se o que procuro, o que vejo em todas as cousas são reais?
Quais as existências verdadeiras? És clara como a ilusão?
Se a ilusão é clara, como posso distingui la do ovo e da gema, do real e da irreal?
Se tudo o que vejo é o que me faz sentir a estranheza de entender,
Nada sei o que entender.
Nada sei do que é o medo,
se não uma estranheza de que não quero entender,
O medo é natural, mas é natural não querer entende-la.
Prefiro sentar-me e ver o sol entardecer o amanhecer
E o amanhecer entardecer o sol.
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19:45
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Esvai em mim.
Cada tempo.
Dos meus pulmões inspiro do ar os valores perdidos,
E me encho num vazio,
Não ha nada de mais que eu já não tenha perdido,
Todas as folhas secas caem dos topos das árvores,
Assim cai sobre correntesas, onde me levaram a praias desertas,
Sem as sombras das árvores onde refrescam-me,
Foi em trilhas que secaram-me.
Cada tempo.
Me vem nas trilhas os pensamentos,
" A cada dia estou perdendo mais e mais. "
Apenas um adeus seria o bastante.
Não é nada fácil cara euforia e depressão
Muitas pedras no caminho
E uma flor em cada mão,
Mas muitas vezes não é nada fácil
E retorno no caminho,
Vejo muitas flores no caminho
E carrego uma pedra em cada mão.
Nada mais se esvai, mas tudo se esvai em mim.
Dos meus pulmões inspiro do ar os valores perdidos,
E me encho num vazio,
Não ha nada de mais que eu já não tenha perdido,
Todas as folhas secas caem dos topos das árvores,
Assim cai sobre correntesas, onde me levaram a praias desertas,
Sem as sombras das árvores onde refrescam-me,
Foi em trilhas que secaram-me.
Cada tempo.
Me vem nas trilhas os pensamentos,
" A cada dia estou perdendo mais e mais. "
Apenas um adeus seria o bastante.
Não é nada fácil cara euforia e depressão
Muitas pedras no caminho
E uma flor em cada mão,
Mas muitas vezes não é nada fácil
E retorno no caminho,
Vejo muitas flores no caminho
E carrego uma pedra em cada mão.
Nada mais se esvai, mas tudo se esvai em mim.
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sábado, 3 de setembro de 2011
Emanuel Ebrando: Cenários de um outono.
Carrego em mim o dia que passou,
Minha bagagem, meu coração
E aos meus passos dessas trilhas que me seguem,
Descarrego o vazio que prencheu-me.
Em meu coração escuto bater
A seneridade desses passos,
dos grande topos, as menores folhas,
Que apenas caem na vida,
como de tantas outras.
Não ha som, mas cenas
e cenários de um outono.
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21:55
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Praias brancas e Campos verdejantes
Meus pensamentos pararam
Naquelas praias brancas,
Nos campos mais belos,
O vento passava pelo corpo,
mas nada sentia de mim,
nem o coração me sentia,
Nada eu escutava.
Era paz que envolvia-me,
Ali então,
Debruçou meus pensamentos nela
e os pensamentos meus pararam
Naquelas praias brancas
E nos campos mais belos verdejantes.
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20:26
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Ciclo.
Nos dias de paz,
sob pensamentos meus descançavam;
Em frente aquela margem
de águas cristalinas verdejantes
como os campos,
Debrucei-me pensamentos
sob enormes raízes,
que dali estendia as margens tranquilas.
Assim como o tempo perfeito e justo,
naquele entardecer e o fim da luz do dia,
que desviava e encobria
sob o topo das árvores
Nelas também pairava o fim
Via as folhas desbotadando,
caindo uma-a-uma,
Levadas pela brisa
e dançado sob ar puro e leve,
ao seu tocar sob as águas daquele rio
que as carregava como um leito.
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09:31
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Manuel Ebando: Tempos de experiências.
"...A melhor forma das pessoas se reconhecerem,
é nós como ouvintes ficarmos calados,
enquanto elas falam sobre si mesmas..."
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11:02
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sábado, 9 de abril de 2011
Manuel Andantes: Cenas
O deliro que isto me traz,
A solidão, é como filmar
Uma folha seca cair
Do mais alto topo, da mais rara árvore.
Ando por trilhas em trilhos,
andando sem um pulsante coração,
andando sem andar é como não estar ali.
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19:17
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sábado, 5 de março de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Um beijo marcado o sonho.
De tantos sonhos,
Como de tantos esquecimentos.
Você venho ao meu encontro,
Como esperava esperançoso
Numa praça qualquer,
Numa noite sem ninguém.
Foi num sonho inconsciente
Um sonho, que tornou-se lembrança.
Daquele beijo marcado o sonho
De um dia desses.
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04:30
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Emanuel Rosas: O que é belo perfeito.
Quero respirar o ar das gotas de orvalho,
Ou as lágrimas pelo nascer do sol.
E na companhias das estrelas
Quero pisar de pés descalços nas gramas húmidas.
Quero sentir as gotas orvalho,
Ser sereno como na matina
Antes que amanheça o dia e evapore
O que é perfeito e belo.
Quero sentir o louvor da natureza
Por quem as criou,
Pois tudo feito perfeito
Raro e com perfeição.
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17:57
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Mateus Ebrando: Entre a trilha.
Como um simples coração de cristal,
Assim esta vazio sem sentimentos.
Das quais não vejo o sonho do amanhã,
Não vejo a esperança.
Olho o céu e seu entardecer,
Como um dia que acabou.
Como ir num caminhar
de uma trilha de folhas secas
Que cais nos topos das árvores,
Já não há mais esperança
E no fim dela a trilha não acaba,
Então caminho sem rumo,
Sem sonho, apenas no caminhoNo escuro da trilha sem luz.
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17:08
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: E meu fim. Vendavais
"...As vezes os caminhos desaparecem aqui
E as vezes outros surgem ali..."
"...Mas nada outra vez continua o mesmo
E perde o sabor do amor... como um doce amargo..."
...E o fim de uma história acaba na primeira página
de um livro que nunca existiu...."
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09:51
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: No altar deixo meu adeus.
Sobre esse altar de mármore aos espinhos
Aqui coloco minha espada, meu escudo
Desprotejo meu coração e largo meu amor
E também deixo um adeus.
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16:17
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Que por você é o amor que tenho...
Se pudesse tocaria seus olhos com minhas mãos,
Mas os toco com o coração,
Para que não perca o brilho
Do seu amor.
Admiro-os como uma criança,
Que repousa a cabeça sobre seus braços.
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17:50
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Meus princípios são meus pontos de partídas ...
Fiquei com as mãos vazias
Sem ninguém para segurar,
Era um velho começo
Para começar outra vez de novo.
Antes segurava o que me contradizia,
Mas assegurava-me de que era seguro.
Fiquei com as mãos vazias
Para me assegurar dos meus princípios,
Lavei meus olhos para não ficar cego
Para não tropeçar e sujar as mãos.
Enfim é um velho começo
Para começar outra vez de novo.
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20:34
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Sementes. Vendavais
Sementes de ferro,
Semeiam pequenos corações.
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11:09
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Camilo Afonso: Tempos após...Senti após tempos.
Ali eu estava,
Naquela imensa praça
Eu a esperava,
Como eu a esperei tanto!
Mas não cansava na fila da espera... da esperança...
Se de que viria? Não sabia, sabia eu que ficaria aqui!
Guardava este canto noite e dia...
Porquê eu amava tanto
Que esqueci de mim.
Naquela imensa praça
Eu a esperava,
Como eu a esperei tanto!
Mas não cansava na fila da espera... da esperança...
Se de que viria? Não sabia, sabia eu que ficaria aqui!
Guardava este canto noite e dia...
Porquê eu amava tanto
Que esqueci de mim.
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domingo, 23 de janeiro de 2011
Camilo Afonso: O tempo já não é mais tempo.
Fique consigo e seu tempo,
Fique consigo e seus pensamentos,
Pois cansei de esperar
Com aquela desculpa vazia,
A dor que me cicatrizou
E o abraço fingido que deu a mim.
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20:11
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Ricardo Antoniele Afeu: Pensamentos que tenho eu?
É tudo estranho
A vida,
As pessoas nas esquinas
Ou em algum para se estar.
Tudo é estranho
O entardecer,
e o respirar de mais um dia,
para toda vida
é tudo uma outra vez.
É estranho pensar
Que tudo é estranho.
Me sinto como jogado aqui
e achar tudo estranho.
E nada faz sentido outra vez.
A vida,
As pessoas nas esquinas
Ou em algum para se estar.
Tudo é estranho
O entardecer,
e o respirar de mais um dia,
para toda vida
é tudo uma outra vez.
É estranho pensar
Que tudo é estranho.
Me sinto como jogado aqui
e achar tudo estranho.
E nada faz sentido outra vez.
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Tempos novos. Vendavais
"...No meu coração há um vaso de roseiras vermelhas,
Como o amor num cristal perfeito,
E tudo que há em si,
Suas pétalas mau eu consigo toca-las,
O imensurável e toda admiração se eleva
E tudo que posso e senti-las..."
"...O meu amor
é como uma flor
num cristal
Que sua fragilidade
me impedi de toca-la
pois eu a sinto..."
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11:59
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sábado, 8 de janeiro de 2011
Camilo Afonso: Por todo tempo como criança.
Porque seus olhos são tão lindos,
E a minha loucura
É o que me faz
Admira-los por todo tempo,
Como criança
Que repousa a cabeça
Sobre seus braços
E que sonha sobre eles.
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19:46
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Ricardo Antoniele Afeu: Me deixe caminhar contigo?
Porque quando caminhar,
Suas mãos desejo segurar
E contigo sendo companheiro
De seus sofrimentos e felicidades.
Porque se perde suas forças,
Quero dar lhes as minhas
Para que não desistas.
Para te fazer alegrar
Te fazer sorrir
És a minha trilha e gozo.
Por que quando o frio sentir,
Quero abraçar com meu coração
E te aquecer com nosso amor.
Do mútuo amor,
Porque dele permanece
Em todo caminho
Desde os confins aos confins.
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19:24
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domingo, 2 de janeiro de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Tempos novos.
"...Devemos ser a luz dentro do túnel
Para caminharmos até o fim..."
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09:55
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sábado, 1 de janeiro de 2011
Ricardo Antoniele Afeu: Tempos novos.
"...As coisas velhas vem para serem renovadas
e outra vez nova de novo..."
e outra vez nova de novo..."
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Carlos Lucio
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20:29
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