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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Emanuel Rosas: O que é belo perfeito.

Quero respirar o ar das gotas de orvalho,
Ou as lágrimas pelo nascer do sol.
E na companhias das estrelas 
Quero pisar de pés descalços nas gramas húmidas.

Quero sentir as gotas orvalho,
Ser sereno como na matina
Antes que amanheça o dia e evapore
O que é perfeito e belo.
 
Quero sentir o louvor da natureza
Por quem as criou
Pois tudo feito perfeito
Raro e com perfeição.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mateus Ebrando: Entre a trilha.

Como um simples coração de cristal,
Assim esta vazio sem sentimentos.
Das quais não vejo o sonho do amanhã,
Não vejo a esperança.

Olho o céu e seu entardecer,
Como um dia que acabou.

Como ir num caminhar 
de uma trilha de folhas secas 
Que cais nos topos das árvores,
Já não há mais esperança
E no fim dela a trilha não acaba,
Então caminho sem rumo,
Sem sonho, apenas no caminho
No escuro da trilha sem luz.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Ricardo Antoniele Afeu: E meu fim. Vendavais

"...As vezes os caminhos desaparecem aqui
E as vezes outros surgem ali..."
"...Mas nada outra vez continua o mesmo
E perde o sabor do amor... como um doce amargo..."
...E o fim de uma história acaba na primeira página 
de um livro que nunca existiu...."

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ricardo Antoniele Afeu: No altar deixo meu adeus.

Sobre esse altar de mármore aos espinhos
Aqui coloco minha espada, meu escudo
Desprotejo meu coração e largo meu amor
E também deixo um adeus.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Ricardo Antoniele Afeu: Que por você é o amor que tenho...

Se pudesse tocaria seus olhos com minhas mãos,
Mas os toco com o coração,
Para que não perca o brilho 
Do seu amor.
Admiro-os como uma criança,
Que repousa a cabeça sobre seus braços.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Ricardo Antoniele Afeu: Meus princípios são meus pontos de partídas ...

Fiquei com as mãos vazias
Sem ninguém para segurar,
Era um velho começo
Para começar outra vez de novo.

Antes segurava o que me contradizia,
Mas assegurava-me de que era seguro.

Fiquei com as mãos vazias
Para me assegurar dos meus princípios,
Lavei meus olhos para não ficar cego
Para não tropeçar e sujar as mãos.

Enfim é um velho começo 
Para começar outra vez de novo.